
Jody Morris vê sinal de alerta no Chelsea após fracassos no mercado
Jody Morris demonstrou preocupação com as opções de meio-campo do Chelsea depois de o clube terminar a janela de transferência sem dois reforços pretendidos. A avaliação do ex-jogador dos Blues inclui a tentativa frustrada por Manu Kone, anterior ao desfecho negativo envolvendo Lamine Camara.
Os Blues negociaram Enzo Fernandez com o Manchester City no encerramento do último dia da janela. A transferência rendeu £125million ao Chelsea e igualou o recorde britânico para uma operação desse tipo.
Quase simultaneamente, o clube considerava encaminhada a chegada de Lamine Camara, então no Monaco. A equipe da Ligue 1 aceitou inicialmente o negócio, mas recuou no último momento.
Camara, porém, não foi o único meio-campista que deixou de chegar ao Chelsea na reta decisiva da janela de verão. Na manhã do último dia, o clube teria acertado os termos pessoais com Manu Kone.
A Roma não pretendia liberar o francês, impedindo a mudança para Stamford Bridge mesmo após a apresentação de uma proposta pelo jogador.
Em entrevista à Sky Sports, Jody Morris admitiu certa inquietação com o setor após os dois negócios fracassarem. Para ele, Kone seria uma contratação de qualidade e acrescentaria características importantes ao grupo.
O ex-jogador explicou que gostaria de ver Kone no Chelsea e classificou o meio-campista da Roma como fantástico. Obviamente, Morris também ponderou que o elenco ainda possui alternativas suficientes para evitar problemas imediatos.
A principal ressalva de Morris envolve a utilização recente de Malo Gusto no meio. Segundo ele, essa escolha representa um pequeno “sinal de alerta”, embora possa ter relação com a decisão de não colocar Reece James naquela função pela terceira vez em uma semana.
Morris acredita que o Chelsea conseguirá administrar o setor. Ainda assim, observou que a saída de um jogador capaz de colaborar com gols e assistências tornava desejável a chegada de mais uma opção.
Na avaliação do ex-atleta dos Blues, o elenco não ficará necessariamente curto. Caso a quantidade de alternativas se mostre insuficiente, ele considera provável uma nova movimentação no mercado em janeiro para fortalecer o grupo.




