
A vitória do Manchester City por 1-0 sobre o Manchester United terminou cercada por discussões sobre o gol de Erling Haaland. Wayne Rooney e Gary Neville questionaram a interpretação do impedimento que permitiu a validação do lance decisivo em Old Trafford.
A primeira grande controvérsia do dérbi ocorreu aos 23 minutos. Depois de ser atingido por Bruno Fernandes, Phil Foden chutou o português, e o árbitro Michael Oliver expulsou o jogador de 26 anos.
Mesmo atuando com dez homens por mais de uma hora, o Manchester City encontrou o gol aos 60 minutos. Haaland apareceu na segunda trave para concluir uma bola de Josko Gvardiol que havia sofrido um desvio.
O lance foi anulado inicialmente por impedimento. Após analisar a jogada, porém, o VAR mudou a marcação de campo e confirmou o gol. O time comandado por Enzo Maresca protegeu a vantagem até o fim e ficou com os três pontos.
Com o resultado, o Manchester United ocupa a 13ª posição, depois de conquistar quatro pontos nas quatro rodadas iniciais. O Manchester City, por sua vez, chegou aos 12 pontos em 12 disputados.
Os números indicaram maior volume dos donos da casa. O United registrou 54.7% de posse e fez 16 finalizações, enquanto os visitantes tentaram seis. A equipe de Michael Carrick, no entanto, acertou somente três arremates no alvo. Nos gols esperados, teve 0.95 diante de 0.99 do City.
Além da expulsão de Foden, a discussão após a partida ficou concentrada na legalidade do gol de Haaland. Wayne Rooney e Gary Neville, ex-jogadores do Manchester United, demonstraram dificuldade para aceitar a decisão.
Durante a jogada, Enzo Fernandez estava em posição de impedimento, e a situação de Haaland também provocou dúvida. Apesar de o argentino não tocar na bola, houve questionamentos sobre uma possível influência dele no lance.
Em participação na Sky Sports, Gary Neville admitiu não compreender como a regra foi aplicada. Ele afirmou que precisava de uma explicação de arbitragem para entender por que o impedimento não foi marcado.




