
A eliminação do São Paulo diante do Boca Juniors nas quartas de final da Copa Sul-Americana ganhou repercussão na imprensa argentina. O principal assunto foi o gol de Ryan Francisco anulado por impedimento no Morumbis, decisão que impediu o Tricolor de igualar o confronto.
O São Paulo ficou no 1 a 1 com a equipe argentina nesta terça-feira (15). Como havia sido derrotado por 1 a 0 no duelo de ida, o resultado confirmou sua saída da competição. Mais de 55 mil torcedores acompanharam a partida no estádio.
Aos 24 minutos após o intervalo, Ryan Francisco balançou a rede em um lance que empataria o placar agregado e renovaria as chances são-paulinas. O assistente, porém, marcou impedimento, e a decisão de campo foi mantida depois da revisão do VAR.
Após o jogo, Rafinha, diretor de futebol do São Paulo, contestou o trabalho do árbitro de vídeo, que teve o uruguaio Leodán González no comando. Ele sustentou que não existiu posição irregular e avaliou que o VAR cometeu um erro.
Dorival também questionou a marcação. Na avaliação do treinador, a infração apontada pela equipe de arbitragem não existiu.
Diante da controvérsia, o Lance! reuniu as avaliações publicadas por alguns dos principais veículos argentinos. O Diário Olé tratou a diferença como mínima e destacou que o Boca Juniors escapou de um momento que poderia mudar os rumos da eliminatória: “O Boca se salvou. E por milímetros!”.
Na reconstrução do Olé, o São Paulo havia chegado ao empate por meio de Ryan Francisco depois do gol de Leandro Lozano. Ainda restavam 20 minutos para que o time brasileiro tentasse marcar novamente e levasse a definição da vaga às cobranças de pênaltis, mas a intervenção do VAR invalidou a jogada.
O TyC Sports descreveu o episódio como polêmico e afirmou que o VAR evitou o empate do São Paulo. Apesar desse enfoque, o veículo não colocou a decisão em dúvida e apenas apresentou o procedimento adotado durante a revisão.
Segundo o relato do TyC Sports, as linhas indicaram um impedimento por margem mínima. A anulação provocou fortes reclamações no banco são-paulino e, ao mesmo tempo, alívio na equipe dirigida por Rodolfo Arruabarrena.




