
Lateral-direito foi apresentado oficialmente nesta segunda-feira (14) e destacou o orgulho de vestir a camisa do peixe; saiba mais
O lateral-direito Rodinei, de 34 anos, foi anunciado pelo Santos no dia 2 de agosto e já atuou em duas oportunidades sob o comando do técnico Cuca. No entanto, foi na tarde desta segunda-feira (14) que o atleta foi apresentado oficialmente na sala de imprensa da Vila Belmiro.
Em suas primeiras palavras como jogador do Santos, o lateral exaltou o alvinegro praiano e celebrou a chegada ao clube.
— Desde quando eu cheguei aqui, já como diz no hino, 'é um orgulho que nem todos podem ter'. Já joguei muitas vezes contra o Santos, agora fiz minha trajetória na Europa, onde também fui muito feliz, mas é de um tamanho orgulho. Eu, minha família, minhas filhas, estamos todos felizes com essa nova jornada que a gente tem com a camisa do Peixão. E eu tô muito feliz, de coração mesmo, feliz em vestir essa camisa onde o Pelé vestiu, camisa onde o Neymar ainda joga. Então agora espero contribuir com todo o esforço, vou dar a vida por esse clube para ser muito feliz aqui dentro — declarou Rodinei.
Questionado sobre a decisão de retornar ao futebol brasileiro após boa passagem pelo Olympiacos, da Grécia, Rodinei ressaltou o desejo de sentir novamente o calor das torcidas e garantiu que a escolha pelo Santos foi a melhor possível.
— Não foi uma decisão fácil essa decisão que eu tive que tomar de voltar a jogar no Brasil . Tava lá no Olympiacos, da Grécia, tava feliz, mas sempre tinha aquilo no coração, aquela vontade de voltar a sentir esse calor do futebol brasileiro, das torcidas. E a decisão de vir jogar no Santos foi a melhor que eu tive. Eu tô muito feliz com essa decisão que eu tomei junto com a minha família. E em relação a isso, cara, eu sou brasileiro, saí daqui em alto nível e muito feliz com a... como que eu posso dizer? A palavra fugiu aqui da minha cabeça, mas a recepção que os jogadores tiveram por mim, isso me deu a confiança dentro de campo.
Para o lateral, o fator decisivo para o acerto foi o peso da camisa e o projeto apresentado, independentemente do momento vivido pelo clube nas competições.
— O que mais me atraiu foi receber uma oferta do Santos pra jogar no Santos. Não pensei na hora se estava nas quartas de final da Sul-Americana, se a situação no Campeonato Brasileiro não é das melhores. Pensei: é um bom momento de voltar pro Brasil, sempre conversando com a minha família. Mas para mim, o que mais me deu a confiança de jogar foi que eu estava voltando para jogar no Santos. Começar tudo do zero, porque eu aqui agora tenho que provar a cada dia e fazer o meu melhor.




